𝐕𝐞𝐫𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐅𝐞𝐦𝐢𝐧𝐢𝐧𝐚, 𝐜𝐨𝐦 𝐒𝐮𝐞𝐥𝐥𝐞𝐧 𝐇𝐨𝐥𝐚𝐧𝐝𝐚

Só seria verdade que as feministas conquistaram o direito de trabalhar se antes as mulheres não trabalhassem, mas sempre trabalharam e foi por necessidade. 

Desde o início, foram coletoras ou agricultoras. A agropecuária foi a base para o mundo.

Quando surgiu o artesanato e o mercado, elas também trabalhavam: podiam produzir e vender. 

Na Rev Industrial, elas chegaram a trabalhar 14h. 

Por serem fisicamente mais fracas, sua mão de obra era mais barata. 

Somente os nobres e privilegiados eram poupados do trabalho – e isso acontecia justamente porque o trabalho sempre foi sujo, difícil e pesado. 

Além disso, as feministas também mentem dizendo que as mulheres são constantemente oprimidas e vítimas de machismo no mercado de trabalho. 

O Relatório da Secretaria de Estatísticas de Trabalho dos EUA (2020) provou que os 10 empregos mais perigosos são desempenhados, até hoje, majoritariamente por homens: (1) pescadores, (2) madeireiros, (3) pilotos de aeronaves, (4) agro, (5) telhados, (6) trabalho com ferro/aço, (7) coletores de lixo e materiais recicláveis, (8) instalação e reparo de maquinário industrial, (9) motoristas de caminhão, (10) trabalhadores da construção.

Se uma mulher não precisasse trabalhar fora de casa, sorte dela: o serviço doméstico foi, por séculos, muito mais seguro e mais fácil que todo o resto. Até hoje homens são a maioria das vítimas de acidente de trabalho. 

As mulheres continuam podendo desfrutar de carga horária flexível, enquanto a maioria dos homens nem sonha em trabalhar por meio período. Uma pesquisa da Pew Research Center (EUA 2012) mostra: 67% das mulheres-mães imaginam desejam trabalhar somente em casa ou trabalhar apenas por meio período fora de casa. 

A pesquisa mostrou que a porcentagem de mulheres que gostaria de se tornar dona de casa está aumentando após décadas e décadas de declínio.

A feminista Agenita Ameno diz: “emancipação feminina: vou interpretar como sendo a mais descabida e lustrosa mentira (…) a mulher não largou suas tinas de lavar roupa ou suas foices de cortar plantações impulsionada por súbita consciência (…) Foi empurrada pelo motor da história, cuja engrenagem era formada por uma classe de homens, os burgueses”.

Disponível também no site:

www.escotilhanews.com.br

Por: 𝑺𝒖𝒆𝒍𝒍𝒆𝒏 𝑯𝒐𝒍𝒂𝒏𝒅𝒂 I @tribunaantifeminista

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