Momento de Reflexão, com Daci França – A ausência do reconhecimento e a criticidade

É comum nos dias atuais encontrarmos pessoas que sofreram ou sofrem por falta do reconhecimento do seu mérito. Seja na vida pessoal ou profissional. Desvalorizar os esforços alheios é injustiça, pois, nesses esforços existem renúncias que foram feitas, para oferecer sempre o melhor, dentro desse contexto. 

O abuso do poder, seja em qualquer situação de “chefia”, é um assunto que precisa de muita reflexão.  O senso de criticidade desenvolvido por muitos, causa um grande impacto diante da injustiça,  ou abuso de poder, ocasionando uma barreira que não faz a travessia de bom grado.  Uma pessoa que tem criticidade, não se deixa a mercê do convencimento com facilidade,  ou seja, não é uma pessoa fácil para outro persuadir. Enquanto muitos aplaudem e apoiam o que nem compreende a razão das Palmas, quem tem o senso crítico se recusa.

A criticidade,  pode ser um ato de reconstrução dos processos de produção,  mas os manipuladores compreendem como uma afronta aos seus ideais, por isso gera uma barreira, entre os injustos e os que possuem o senso crítico. 

Reconhecer com sensatez os esforços alheios e o mérito,  é prudente, respeitoso e justo, dessa forma,  não é necessário gostar do outro, mas transferir para ele, o que lhes é de direito. 

O espaço para a disposição do pensamento, da liberdade e da reflexão,  deve ser um espaço propício para a construção,  aprimoramento e inovações, que se faz promissor. 

Certa vez, ouvi de um pequeno grupo de pessoas, assuntos não concernente a minha concordância.  Observei o espaço, se era permitido para a liberdade de expressão. Essa reflexão é sempre necessária,  pois nem sempre esse espaço é permitido para a criticidade, e poderá haver conflitos.

As habilidades pelas quais nos expressamos, tornam-se costumes, por isso é importante observar o que iremos desenvolver. 

O diálogo e respeito, facilita para uma aceitação concernente, e o reconhecimento sobre a opinião do outro, é um comportamento consciente e de autoconhecimento, pois a razão sempre se manifesta na calmaria das emoções. 

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