𝐕𝐞𝐫𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐅𝐞𝐦𝐢𝐧𝐢𝐧𝐚, 𝐜𝐨𝐦 𝐒𝐮𝐞𝐥𝐥𝐞𝐧 𝐇𝐨𝐥𝐚𝐧𝐝𝐚

De todos os países do mundo, o principal laboratório para o estilo de vida progressista, sem casamentos e sem procriação, tem sido o Japão. Com cargas horárias de trabalho extensas e com cada vez mais liquidez nos relacionamentos, o país tem sido a encarnação daquilo que uma grande parcela da esquerda tem defendido ao longo dos anos: o fim das famílias como nós conhecemos.

Cada vez mais, os japoneses têm se relacionado e se casado menos, com a maior parte dos homens e mulheres do Japão se focando mais no trabalho do que na formação de famílias e consequente reprodução, gerando um cenário peculiar na demografia local: poucos jovens e cada vez mais pessoas mais velhas, fato que também é sentido na Coreia do Sul.

Por conta disto, o Japão está começando a sofrer com uma crise sem precedente que já causou diversos males a países como a Grécia: a crise previdenciária. Com o crescente aumento da terceira idade na população japonesa, ocasionado pelo enfraquecimento das famílias e consequentemente déficit da renovação populacional, o país está aos poucos entrando numa situação de pirâmide invertida, “com um grande número de pessoas idosas vivendo em situação de falência ou pobreza e sendo mantidas por uma população jovem cada vez menor”, como disse o chefe do departamento de investidores institucionais do Fórum Econômico Mundial, Yik Han.

Este e outros exemplos, como o caso da Coreia do Sul, cujo crescimento populacional foi negativo no ano de 2021, podem servir como exemplo de como a destruição da família em sua forma nuclear, a qual tanto defendemos, pode gerar consequências cada vez mais negativas ao redor do mundo. Cada vez mais, influenciados pela crescente liquidez das relações sociais, a nossa juventude tem se preocupado menos com a constituição de famílias, o que deve ser o alvo de grande parte da nossa preocupação com as consequências do fortalecimento de ideias que fogem à realidade e buscam engrandecer a libertinagem irracional em detrimento da liberdade responsável e racional.

Por: @suellenhollanda

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