Clientes reclamam de preços altos e desorganização durante festa no CREVA

Água a R$ 5 e coco a R$ 8 são apenas exemplos da “carestia” durante a festa Mesmo com pulseira de identificação, participante que precisasse sair do recito só podia entrar novamente após 2h da manhã

Quem curtiu o show de Mara Pavanelly no Clube Recreativo de Várzea Alegre – CREVA, ocorrido no último sábado (26), sentiu no bolso os efeitos dos elevados preços dos produtos vendidos no interior do clube. Tudo muito caro. Água, refrigerante, cerveja, bebida quente e até o coco estavam sendo vendidos por preços muito acima da realidade.

O preço da cerveja variou entre R$ 6 e R$ 15, dependendo da marca. Para quem gosta de ir à festa e ficar só no refrigerante precisou desembolsar R$ 6 na latinha, um “preço difícil de engolir”, como disse uma participante que entrou em contato com o EscotilhaNews para denunciar o abuso.

Cardápio oferecido no interior do clube

Esses preços foram praticados na festa do último sábado, cujas atrações principais foram Mara Pavanelly e Lagosta Bronzeada, como parte do calendário de eventos da Festa de Agosto. O show teve início às 22h, no CREVA.

No meio das comemorações de uma das maiores festas da região e a maior do município, é importante preparar o bolso para evitar a tristeza depois.

Outro fato que gerou muita reclamação e revolta entre pessoas que participaram da festa no CREVA foi o fato de que, após o participante entrar no local, se tivesse que sair por algum motivo só poderia retornar novamente ao interior do evento após as 2h da manhã.

Na festa de Mara Pavanelly nos sentimos lesados pela organização do evento. Eles colocaram a pulseirinha para quem saísse do lounge para a front e se saísse do Creva não aceitavam mais que entrássemos. Alegaram que o organizador do evento não aceitava que quem saísse, retornasse. Os funcionários que estavam no portão falaram que não tinham culpa e que também achavam estranho, pois quem estava lá dentro estava consumindo bebida. Isso ocorreu com dezenas de pessoas e para evitar um conflito, deixaram algumas pessoas entrarem, mas não sei dizer se todos entraram”, relatou uma participante da festa que é professora, a qual pediu para não ser identificada por medo de represálias.

O pior de tudo é nem sequer fomos avisadas antes de sairmos que só poderíamos entrar novamente após as 2h da manhã, isso é um absurdo”, contou a professora.

Os ingressos foram vendidos a 70 reais a inteira e 37 reais a meia.

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